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	<title>pandemia &#8211; Sandra Colaiori</title>
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	<description>Psicologia e Sa&#250;de</description>
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		<title>O cérebro explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 15:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Como explicar as festas clandestinas, as praias lotadas, os passeios de iate em terras indígenas para todos aqueles que estão cumprindo os protocolos da saúde para evitar transmissão da Covid 19? O que as autoridades públicas podem e devem fazer para reverter essa situação? O cérebro e a psicologia explicam e podem colaborar na transformação  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como explicar as festas clandestinas, as praias lotadas, os passeios de iate em terras indígenas para todos aqueles que estão cumprindo os protocolos da saúde para evitar transmissão da Covid 19? O que as autoridades públicas podem e devem fazer para reverter essa situação?</p>
<p>O cérebro e a psicologia explicam e podem colaborar na transformação destas atitudes.</p>
<p>O isolamento social agudo, forçado, pode acarretar nas pessoas uma resposta de “craving” * ou fissura, semelhante àquela que acontece quando as pessoas são privadas de determinados alimentos calóricos ou expostas à fome. Trata-se de uma resposta de compulsão na busca das sensações causadas pela exposição ao objeto de que se depende.</p>
<p>A adicção é um vício, normalmente relacionado ao consumo de álcool/drogas ilícitas, mas também pode significar dependência psicológica ou compulsão por sensações, situações ou objetos, tais como: jogo, comida, sexo, pornografia, computadores, internet, videogames, notícias, exercício, trabalho, TV, compras, entre outras tantas.</p>
<p>Todos buscam preencher um vazio.</p>
<p>Nessa situação, estudos comprovam que à exposição a um “gatilho”, que lembre o objeto do qual se está privado, o cérebro responde, buscando esse prazer, podendo criar uma dependência.</p>
<p>E como reverter essa situação? Encorajando as pessoas que têm dificuldade em lidar com o isolamento social a buscar ajuda. As técnicas psicoterapêuticas individuais, meditações, orações contemplativas, técnicas respiratórias podem ajudar, melhorando a autoconsciência e, consequentemente, a autopercepção, o conhecimento e gerenciamento das emoções, a possibilidade de uma melhor avaliação da realidade, de escolher e inibir comportamentos inadequados que nos prejudicam e podem prejudicar os outros.</p>
<p>As autoridades públicas e sanitárias podem considerar e se valer desse conhecimento no enfrentamento à Covid 19.<br />
Como humanidade, estamos correndo enorme risco e só sobreviveremos se enfrentarmos isso juntos. Eu me protejo e assim, protejo você.</p>
<p>*Estudo científico descrito na revista Nature Neuroscience e citado pela Dra. Regina Lucia Nogueira.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
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		<title>Pandemia: como superar a sensação de impotência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Traumas]]></category>
		<category><![CDATA[impotência]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[A necessidade de rever hábitos Tem sido muito comum as pessoas falarem sobre a sensação de impotência e por vezes medo e paralisia diante da pandemia e seus aspectos limitadores de isolamento social. Qual a chave para mudarmos essa sensação e dar o passo seguinte? Além de todos os detalhes que estão em estudo que tratam do  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A necessidade de rever hábitos</em></strong></p>
<p>Tem sido muito comum as pessoas falarem sobre a sensação de impotência e por vezes medo e paralisia diante da pandemia e seus aspectos limitadores de isolamento social. Qual a chave para mudarmos essa sensação e dar o passo seguinte?</p>
<p>Além de todos os detalhes que estão em estudo que tratam do prazer que podemos encontrar nos relacionamentos sociais, da falta que estes nos fazem, de como nossos cérebros reagem diante de tal privação e na aparente falta de bom senso como resposta “desesperada&#8221; à privação de contato social, temos a questão de hábito.</p>
<p>Estamos habituados a nos distrair com o que há fora, com o material, com o supérfluo, o movimento do mundo. Não costumamos estar em silêncio, conosco. Temos dificuldade em estarmos a sós. E nos sentimos ainda pior.</p>
<p>O que fazer então com o tempo, como dividir hora de trabalho e estudo e hora de estar em família, como aproveitar para estar com a família, aprofundar as conversas e a intimidade, educar os filhos, rir juntos, ter tempo para ter as ideias criativas que precisam de espaço e de relaxamento para surgir; o estar consigo mesmo, no silêncio, na oração para entrar em contato com o todo, com o Self profundo e desta forma perceber que <strong>somos todos Um</strong>?</p>
<p>A mídia está cheia de “engrandecimento” dos problemas e dos fatos negativos.</p>
<p>O cérebro, mais especificamente o cérebro pré-frontal, que é responsável pelo nosso planejamento, tem uma conexão direta com o cérebro emocional e subcortical. Ou seja, se você enaltece problemas, consequentemente planeja e atrai esses problemas, por uma questão cerebral mesmo. E ele foi modelado para garantir a nossa sobrevivência.  Então precisamos rever hábitos.</p>
<p>No caso específico da pandemia da Covid 19, para manter minimamente o equilíbrio, precisamos reconhecer quais são os nossos limites e até onde a gente consegue ir, estar com o outro em segurança para mim e para o outro. Reconhecer que a gente não tem o controle da vida e das formas de interagir com o mundo. Pelo contrário, as grandes tragédias e pandemias nos confrontam o tempo todo com o potencial da nossa própria morte e também a morte de nossos entes queridos.</p>
<p>Isso requer uma ressignificação da nossa forma de viver no mundo. Mais empatia, despertar para o que realmente importa, que é essencial, que são as relações humanas, o carinho, o cuidado consigo e com o outro. Do contrário, a gente só se conecta com a dor daquilo que foi perdido. E vem a sensação de impotência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
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