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	<title>Sandra Colaiori</title>
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	<link>https://www.sandracolaiori.com.br</link>
	<description>Psicologia e Sa&#250;de</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 16:58:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Duas Faces de Nina, traduzido pela Psicóloga Sandra Fiore Colaiori</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/duas-faces-de-nina-traduzido-pela-psicologa-sandra-fiore-colaiori/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 16:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro Duas Faces de Nina, traduzido pela psicóloga Sandra Fiore Colaiori, já foi lançado com sucesso na Espanha e em breve será lançado no Brasil. Todos nós temos um pouco de Nina. É isso que nos conta o psicólogo e especialista em psicologia clínica, o espanhol Mario C. Salvador em seu mais recente livro sobre a  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro <strong><em>Duas Faces de Nina</em></strong>, traduzido pela psicóloga Sandra Fiore Colaiori, já foi lançado com sucesso na Espanha e em breve será lançado no Brasil.</p>
<p>Todos nós temos um pouco de Nina. É isso que nos conta o psicólogo e especialista em psicologia clínica, o espanhol Mario C. Salvador em seu mais recente livro sobre a psique humana &#8211; As duas faces de Nina. Autor de vários livros sobre o assunto, Salvador também é co-diretor do Instituto Alecés, de Psicoterapia Integrativa de reprocessamento do Trauma e Brainspotting Espanha, além de presidente da Associação Espanhola de Brainspotting e vice-presidente da Associação Iberoamericana de Psicotrauma.</p>
<p><strong>O livro será lançado no Brasil</strong> e <strong>foi traduzido pela psicóloga Sandra Fiore Colaiori</strong> (<a href="https://www.sandracolaiori.com.br/">www.sandracolaiori.com.br</a>), especializada em Psicossíntese, Hipnoterapia, EMDR (Eye Moviment Desensitization and Processing), Brainspotting e modelo Aleceia de psicoterapia integrativa do trauma. Ela acompanha o trabalho de Mario há mais de dez anos. Sandra atende há mais de 35 anos e mantém-se atualizada com profissionais e pesquisas do mundo todo, sempre pensando em atender melhor aos brasileiros que vivem em todos os lugares.</p>
<p>“<em><strong>O livro é uma forma amorosa e delicada de reassociação de parte dissociada por trauma</strong></em>”, explica Colaiori. “<em><strong>Nossa personalidade, assim como nosso corpo, é formada por partes que trabalham integradamente e visam e buscam o estado de bem-estar, ou seja, de saúde mental</strong></em>”.  Segundo ela, o livro já foi lançado na Espanha e está fazendo muito sucesso por lá.</p>
<p>Todos nós nascemos com um cérebro programado com mecanismos necessários para nos ajudar a permanecer vivos. Assim, o bebê “sabe” que, para se manter vivo, precisa se prender ao corpo da mãe e procurar o seio, depois mamar para se alimentar. As crias de todos os mamíferos vêm com este programa reflexo já programado. Isso acontece no cérebro subcortical &#8211; é ele quem assume o controle e nos diz como enfrentar algum tipo de ameaça à nossa vida e como fugir da dor. Quando somos pequenos, a distância de nossos cuidadores, normalmente mãe e pai, pode representar perigo. O cérebro subcortical é a soma do nosso cérebro emocional (límbico) e do nosso cérebro reptiliano (responsável pelas funções vitais, como respiração, metabolismo&#8230;).</p>
<p>É o que acontece com Nina. Com apenas cinco anos de idade ela sente que seus pais, especialmente sua mãe, estão se afastando dela. Ela faz de tudo para chamar a atenção deles, mas eles estão imersos em seu próprio sofrimento e não respondem à menina, que chora para chamar a atenção. Sua forma de agir é reprovada, Nina sente-se rejeitada e passa a achar que precisar deles é uma coisa errada. Assim, Nina desenvolve um profundo e doloroso sentimento de vergonha e, para fugir de sua dor, afasta-se dos pais e tranca-se no quarto. Essa história de dor e tristeza está apenas começando.</p>
<p>Em As duas faces de Nina, o escritor/terapeuta nos leva ao maravilhoso mundo do funcionamento do nosso cérebro e como é possível reverter e integrar de forma saudável ao nosso sistema nervoso sentimentos de dor, tristeza, perda, frustrações e vergonha. Leitura primordial para os profissionais da área e reveladora para todos que gostam de ler e que tenham curiosidade por se conhecer.  Boa leitura.</p>
<p>Livros do autor: Beyond the Self (2017), Mais além do Eu (2018 e 2022, segunda edição), ¿Quien Soy? (2022) , As duas faces de Nina (2024).</p>
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		<title>Como regular nosso sistema nervoso e ser mais saudável</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/como-regular-nosso-sistema-nervoso-e-ser-mais-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 13:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traumas]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Stephen Porges, a melhor maneira de restaurar um sistema nervoso saudável e resiliente é estar rodeada de pessoas seguras, sintonizadas e presentes O neurocientista americano Stephen Porges, profundo conhecedor do funcionamento do sistema nervoso humano, muito tem nos ensinado a este respeito de modo a tornar as nossas práticas clínicas diárias mais efetivas. Ele  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo Stephen Porges, a melhor maneira de restaurar um sistema nervoso saudável e resiliente é estar rodeada de pessoas seguras, sintonizadas e presentes</em></p>
<p>O neurocientista americano Stephen Porges, profundo conhecedor do funcionamento do sistema nervoso humano, muito tem nos ensinado a este respeito de modo a tornar as nossas práticas clínicas diárias mais efetivas.</p>
<p>Ele nos fala a respeito dos traumas que os profissionais da área acompanham todos os dias em seus contatos online ou pelo atendimento tradicional, em seus consultórios, e que resultam no aumento da ansiedade, depressão, medo, tristeza, vulnerabilidade, insegurança, impotência, transtorno do estresse pós-traumático (TEPTS), entre outros.</p>
<p>Para Porges, tudo está relacionado à desregulação do nosso sistema nervoso, segundo a Teoria Polivagal criada por ele para explicar a reação fisiológica de nosso sistema nervoso ao perigo e que revolucionou os tratamentos de traumas no mundo.<br />
Por isso, conhecer nosso sistema nervoso autônomo, ou SNA, é fundamental para entender o que está acontecendo conosco e ajudar as pessoas no seu processo terapêutico.</p>
<p>O SNA cuida de muitas funções automáticas do nosso corpo, como freqüência cardíaca, digestão e temperatura corporal etc&#8230; Ele também é responsável por nossa resposta à sobrevivência e ao estresse, trabalhando há bilhões de anos para nos manter vivos frente ao perigo.</p>
<p>Tudo acontece automaticamente, não pensamos para que isso ocorra. De acordo com Porges, o SNA examina constantemente o ambiente em busca de segurança e de perigo e pode nos levar a três respostas diferentes frente a essas situações:</p>
<p><strong>Seguro</strong> – você se sente calmo, relaxado e conectado com as pessoas ao seu redor;<br />
Mobilizado – quando detecta perigo, ele envia um comando e sua freqüência cardíaca e respiração aumenta, sendo liberados adrenalina e cortisol e o sangue corre para seus músculos para que você possa lutar ou fugir, lidar com a ameaça;<br />
<strong>Imobilizado</strong> – quando o SNA detecta que o perigo é tão grande que você não consegue lutar ou fugir, ele desliga você. Nesse estado, nossos batimentos cardíacos, pressão sanguínea e temperatura corporal diminuem e endorfinas anestésicas são liberadas.</p>
<p>Quando o SNA funciona bem, ele nos ajuda a gerenciar e a nos tornarmos resilientes ao estresse e a eventos negativos. Conseguimos nos recuperar e seguir em frente.</p>
<p>Mas, o SNA pode se desregular quando vivenciamos um trauma ou traumas de apego ou mesmo estresse crônico. Ao vivenciar situações impactantes, o sistema de detecção do SNA pode apresentar falhas e apresentar perigo permanente, mesmo quando estamos seguros. E viver constantemente nessa situação, pode ser debilitante, levando o indivíduo a buscar “válvulas de escape”, como drogas, álcool, comida, trabalho ou sexo, buscando alívio à sua inquietação.</p>
<p>Muitas experiências podem ser traumatizantes e impactar negativamente o SNA, como acidentes, agressões, desafios naturais, estresse crônico, principalmente os vivenciados durante o desenvolvimento, situações de discriminação e violência, uma pandemia, entre outras.</p>
<p>Pesquisas mostram também que o trauma pode ser transmitido transgeracionalmente por pelo menos três gerações.</p>
<p><strong>E o que podemos fazer para regular nosso Sistema Nervoso Autônomo? Como nos recuperar do trauma?</strong></p>
<p>A melhor maneira de restaurar um SNA saudável e resiliente é relacionalmente &#8211; é estar rodeada de pessoas seguras, sintonizadas e presentes.</p>
<p>As psicoterapias clínicas são espaços relacionais saudáveis e as diferentes abordagens, além de colaborar no autoconhecimento e desenvolvimento, buscam restabelecer a segurança e regular o SNA.</p>
<p>E hoje já sabemos que muitas das atividades que intuitivamente nos trazem conforto, como estar na natureza, praticar ioga, dança, meditar, ajudar os outros, entre outras, ajudam o SNA a se tornar mais regulado. Isso não significa estar calmo o tempo todo. Isso significa ter um sistema nervoso flexível, resiliente e podermos nos mover com fluidez de um estado para outro, tendo uma vida mais saudável e segura.</p>
<p>Nosso aparato nervoso tem experiência de bilhões de anos e nossas vivências adversas podem ser integradas em forma de aprendizado, trazendo-nos maior capacidade de adaptação, maturidade e sabedoria.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dra., será que eu tô ficando louco?</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/dra-sera-que-eu-to-ficando-louco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 12:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>
		<category><![CDATA[doença mental]]></category>
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					<description><![CDATA[“Acho que eu nunca mais vou conseguir largar esses remédios, acho que eu tô louco”. Ouvir isto de uma pessoa jovem, que tem filhos, uma vida pela frente, é bastante doloroso para nós, psicoterapeutas. Durante a sessão com o paciente, percebi uma frase que se repetiu algumas vezes: “Eu não vou dar conta”. E, desde  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Acho que eu nunca mais vou conseguir largar esses remédios, acho que eu tô louco”.</em><br />
<em>Ouvir isto de uma pessoa jovem, que tem filhos, uma vida pela frente, é bastante doloroso para nós, psicoterapeutas.</em><br />
<em>Durante a sessão com o paciente, percebi uma frase que se repetiu algumas vezes: “Eu não vou dar conta”.</em><br />
<em>E, desde quando você acha que não vai dar conta?, perguntei.</em><br />
<em>Ele começou a contar coisas mas sempre negava um trauma. Ele não sabia, mas o corpo dele sabia. Traumas de infância, situações que precisavam ser processadas e elaboradas para que pudesse voltar a viver mais tranquilo e mais feliz.</em></p>
<p>A ciência hoje faz uma distinção clara entre loucura e doenças mentais, entre elas, a psicose, uma distorção do pensamento e do senso de realidade que pode prejudicar muito a vida do paciente. Que fique claro, psiquiatras ou psicoterapeutas nunca utilizam termos como louco ou loucura para nenhum distúrbio psiquiátrico.</p>
<p>Como várias outras doenças, o diagnóstico da doença mental não é fácil de ser feito pelos médicos. Alguns fatores precisam ser levados em conta.</p>
<p>A maioria dos diagnósticos é feita com base em sintomas que, no caso dos problemas psiquiátricos, aparecem como comportamentos indesejáveis ou pensamentos intrusivos, repetitivos e que a pessoa não tem controle. Existem pacientes cujas queixas têm bases puramente orgânicas e que não podem ser processadas e seus sintomas desaparecerem. Ou seja, um problema teoricamente orgânico, porque poderíamos até inferir alguma base transgeracional e trabalhar isto, o que não acabaria com a base orgânica mas poderia, talvez, amenizar algo dali para a frente, em gerações posteriores, o que não vem ao caso para esse artigo. Também podemos trabalhar o impacto do preconceito que as pessoas vivem quando recebem um diagnóstico, por exemplo.</p>
<p>Mas, na maioria das vezes nós estamos nos deparando apenas com “diagnósticos” feitos a partir de sintomas, de comportamentos, de sensações, consequências físicas muitas vezes de algo muito precoce e que nem sequer pode ser lembrado. São marcas que o corpo se lembra muito bem, como sintomas físicos, flashes, percepções, pensamentos intrusivos, sensações, ou crenças que nem se sabe de onde vieram. Às vezes, comportamentos que alguns pesquisadores denominam “memória implícitas”, sem palavras.</p>
<p>Se o diagnóstico tem origem em traumas, ou traumas de apego, ou de desenvolvimento, então sim, eles certamente serão estabilizados durante a terapia. Algumas terapias são mais profundas (subcorticais) e podem ajudar mais.</p>
<p>Além disso, efeitos ou consequências de doenças orgânicas também podem ser trabalhados, processados e melhorados ao se fazer o processamento da informação. Nesse caso, suas crenças limitantes, sua personalidade de base, posturas, a rede de apoio, a visão de vida, a visão de mundo, a espiritualidade, etc, poderão interferir na recuperação ou não da sua saúde física. São estas questões da psiquê que podem ser trabalhadas na psicoterapia e processadas com abordagens de processamento (tipo EMDR, por exemplo).</p>
<p><strong>Mas, por que isso acontece?</strong></p>
<p>Certas informações estão armazenadas no nosso cérebro de forma inadequada e não é possível serem conectadas a nenhuma outra informação adaptativa ou redes de memórias positivas ou saudáveis.</p>
<p>Então, quando vivemos situações “similares&#8221; na vida cotidiana, os afetos e percepções do aqui e agora fazem conexões tanto internamente quanto externamente, com essas redes de memórias antigas e sem processamento. Os afetos e percepções originais aparecem como sintomas agora.</p>
<p>As lembranças e experiências passadas estão vivas, ativas dentro de nós, e aparecem como “sentir-se mal”, ou um pensamento intrusivo do tipo “eu não vou dar conta” ou “ninguém gosta de mim”, ou uma “taquicardia&#8221; em uma determinada situação porque de alguma forma, naquele momento de vida, emoções, sensações e pensamentos antigos foram ativados.</p>
<p>Precisamos, então, processar essas informações por meio de abordagens profundas e que nos permitam armazenar estas memórias de forma saudável, adequada e adaptada.</p>
<p>Nosso cérebro tem a capacidade de processar memórias o tempo todo, mas, quando uma informação é armazenada de forma inadequada, porque houve uma experiência traumática ou vivida como tal, a pessoa precisará de um profissional competente para ajudá-la a processar e integrar esta memória a redes saudáveis.</p>
<p>Felizmente existem formas de trabalhar profunda e amorosamente essas informações, integrando-as à vida de forma mais saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;">Sandra Maria Fiore Colaiori</span><br />
<span style="color: #999999;">CRP06/34949</span><br />
<span style="color: #999999;">Psicologia Transpessoal, EMDR; Brainspotting; Psicossíntese; Hipnoterapia Ericksoniana</span><br />
<span style="color: #999999;">+55 11 99625 9861</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trauma de desenvolvimento</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/trauma-de-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 14:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traumas]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem já trabalhou em escolas, com crianças e famílias, e/ou sistemas de educação de forma geral sabe que muitas vezes nos deparamos com dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento na escola e/ou fora dela, crianças hiperativas, opositoras, agressivas ou apáticas, doenças de repetição, déficit cognitivo, transtornos mentais, distúrbios do sono, entre outras coisas. A escola,  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já trabalhou em escolas, com crianças e famílias, e/ou sistemas de educação de forma geral sabe que muitas vezes nos deparamos com dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento na escola e/ou fora dela, crianças hiperativas, opositoras, agressivas ou apáticas, doenças de repetição, déficit cognitivo, transtornos mentais, distúrbios do sono, entre outras coisas.</p>
<p>A escola, na maioria das vezes, é o lugar onde a criança encontra espaço para manifestar as dificuldades que vivencia.</p>
<p>As famílias, o sistema público e a sociedade em geral buscam soluções e o psicólogo se vê frente à necessidade de explicar e buscar soluções que vão exigir mudanças na postura e nas atitudes dos adultos e dos ambientes que cercam a criança.</p>
<p>Nesse fim de semana, fazendo uma atualização maravilhosa com a neurocientista, dra. Regina Lucia Nogueira, percebi com alegria que a ciência caminha na direção de ajudar nessa explicação, por meio de imagens, estudos longitudinais e da observação das conseqüências da violência, como por exemplo, da guerra.</p>
<p>Estou falando do TRAUMA. Palavra extremamente antiga, que ouvimos desde antes de Cristo e que se grafa de forma muito semelhante em diversas línguas, entretanto, tão difícil de entender.</p>
<p>Se compararmos a criança a uma árvore e pensarmos em suas raízes como o período pré-natal, o momento do nascimento ao aparecimento do broto fora da terra e assim por diante, fica fácil visualizar que se, desde o seu plantio ou a concepção do bebe, essa plantinha/bebe sofre um ferimento, todo o seu desenvolvimento poderá ficar alterado e que quanto mais jovem for a planta, mais delicada e menos formada estará para ter estrutura e suportar a ação recebida.</p>
<p>Esses traumas modificam o desenvolvimento do sistema nervoso da criança e, quanto mais precoces, maiores poderão ser seus efeitos no desenvolvimento da criança até a idade adulta.</p>
<p>Outra coisa extremamente importante e que agrava o problema, é que uma criança não tem como se defender das ações dos adultos ao seu redor. Ela não tem como fugir ou enfrentar o adulto. É desigual. Então ela tem que sobreviver ali, sujeitando-se aos maus tratos recebidos e permanecendo ali. E encontrará ou desenvolverá defesas para isto. O que sabemos com certeza é que estes são fatores de risco que aumentam a probabilidade do impacto deletério no seu desenvolvimento neurológico.  E que farão dessa criança, muitas vezes, os adultos agressivos ou depressivos, ou adictos (entre outros males), de depois.</p>
<p>O que chega até nós a respeito destas crianças, são os sintomas diagnosticados, muitas vezes confundidos com outros quadros neurológicos ou psiquiátricos, algumas vezes com indicação de medicação, mas nem sempre associados ao trauma, aos maus tratos recebidos pela criança.</p>
<p>Esses sintomas que também aparecem nos adultos são muitas vezes carregados desde a infância e poderão afetar toda sua vida a partir do fato ocorrido, desde sua saúde física e mental, suas relações familiares, sua capacidade produtiva e toda relação com a sociedade.</p>
<p>O que vemos, muitas vezes, é que o agredido se torna um agressor.</p>
<p>Precisamos cuidar das nossas crianças. Amá-las e educá-las.</p>
<p>Se você é um pai ou mãe e está encontrando dificuldades, procure ajuda.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O cérebro explica</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/o-cerebro-explica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 15:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Como explicar as festas clandestinas, as praias lotadas, os passeios de iate em terras indígenas para todos aqueles que estão cumprindo os protocolos da saúde para evitar transmissão da Covid 19? O que as autoridades públicas podem e devem fazer para reverter essa situação? O cérebro e a psicologia explicam e podem colaborar na transformação  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como explicar as festas clandestinas, as praias lotadas, os passeios de iate em terras indígenas para todos aqueles que estão cumprindo os protocolos da saúde para evitar transmissão da Covid 19? O que as autoridades públicas podem e devem fazer para reverter essa situação?</p>
<p>O cérebro e a psicologia explicam e podem colaborar na transformação destas atitudes.</p>
<p>O isolamento social agudo, forçado, pode acarretar nas pessoas uma resposta de “craving” * ou fissura, semelhante àquela que acontece quando as pessoas são privadas de determinados alimentos calóricos ou expostas à fome. Trata-se de uma resposta de compulsão na busca das sensações causadas pela exposição ao objeto de que se depende.</p>
<p>A adicção é um vício, normalmente relacionado ao consumo de álcool/drogas ilícitas, mas também pode significar dependência psicológica ou compulsão por sensações, situações ou objetos, tais como: jogo, comida, sexo, pornografia, computadores, internet, videogames, notícias, exercício, trabalho, TV, compras, entre outras tantas.</p>
<p>Todos buscam preencher um vazio.</p>
<p>Nessa situação, estudos comprovam que à exposição a um “gatilho”, que lembre o objeto do qual se está privado, o cérebro responde, buscando esse prazer, podendo criar uma dependência.</p>
<p>E como reverter essa situação? Encorajando as pessoas que têm dificuldade em lidar com o isolamento social a buscar ajuda. As técnicas psicoterapêuticas individuais, meditações, orações contemplativas, técnicas respiratórias podem ajudar, melhorando a autoconsciência e, consequentemente, a autopercepção, o conhecimento e gerenciamento das emoções, a possibilidade de uma melhor avaliação da realidade, de escolher e inibir comportamentos inadequados que nos prejudicam e podem prejudicar os outros.</p>
<p>As autoridades públicas e sanitárias podem considerar e se valer desse conhecimento no enfrentamento à Covid 19.<br />
Como humanidade, estamos correndo enorme risco e só sobreviveremos se enfrentarmos isso juntos. Eu me protejo e assim, protejo você.</p>
<p>*Estudo científico descrito na revista Nature Neuroscience e citado pela Dra. Regina Lucia Nogueira.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Feliz Ano Novo com esperança e muita saúde para todos!</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/feliz-ano-novo-com-esperanca-e-muita-saude-para-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 20:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
		<category><![CDATA[perdas]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje eu quero falar sobre esperança. Vivemos um ano de 2020 atípico, sofrido, para muitos com perdas, mas também foi um ano de muitos aprendizados. Tivemos que nos reinventar, tivemos que nos reencontrar. O isolamento social não é fácil, muitas pessoas entraram em depressão ou ansiedade, ficaram doentes, mas agora já podemos ver uma luz  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Hoje eu quero falar sobre esperança. </strong></em></h4>
<p>Vivemos um ano de 2020 atípico, sofrido, para muitos com perdas, mas também foi um ano de muitos aprendizados. Tivemos que nos reinventar, tivemos que nos reencontrar. O isolamento social não é fácil, muitas pessoas entraram em depressão ou ansiedade, ficaram doentes, mas agora já podemos ver uma luz no fim do túnel. A ciência, com seu conhecimento e perseverança, encontrou a vacina que, finalmente, poderá conter esse vírus tão maléfico. 2021 promete ser melhor do que o ano que finda. Ainda precisaremos manter por um bom período todos os protocolos de segurança necessários, como usar máscaras, lavar as mãos e isolamento social. Só sair de casa quando for mesmo necessário.</p>
<p>Esperança é a cura do mundo, melhora o sistema imunológico, nos coloca em coerência cardíaca, baixa a ansiedade, nos coloca em movimento. A esperança de dias melhores aquece nosso coração e nos dá um pouco mais de tranqüilidade para seguir a vida. Também nos torna mais amorosos e solidários.</p>
<p>Mas como podemos nos ajudar a superar este momento? Aí vão algumas ideias simples e fáceis para colocarmos em prática.</p>
<p>1- Procure evitar excesso de informação, principalmente as jornalísticas e focadas em princípios apocalípticos e ideias negativistas que apenas buscam impactar. Nos últimos tempos temos vivido um período prolongado de dificuldades e assuntos polêmicos. Existem diversos interesses por traz, alguns bem evidentes, outros nem imaginamos. Nós já estamos suficientemente impactados. Procure a informação mais básica e mais científica possível, saiba os dados importantes para pautar as suas ações e CHEGA.</p>
<p>2- Faça a sua parte. Você conhece a história do beija-flor e do elefante? Havia um incêndio na floresta e o beija-flor corria até o rio pegava uma gotinha de água e jogava na floresta em chamas. O elefante, então, cheio de razão e conhecimento de causa, disse: ô beija-flor, você não percebe que está sendo ridículo, trazendo essa gotinha? Ao que o beija-flor respondeu: eu estou “apenas fazendo a minha parte”. E, se todos os dias, em todos os lugares e a respeito de todas as causas, nós nos limitássemos e fizéssemos com amor e cuidado “apenas a nossa parte”?! E mais: o que aconteceria se “todos nós juntos fizéssemos apenas a nossa parte”? Então, fala sério, sem expectativa quanto ao outro, “FAÇA A SUA PARTE”. Só isso.</p>
<p>3- Fale, veja e leia assuntos e coisas boas, leves e positivas. Tenha esperança e projetos. Cuide dos pequenos e prazerosos projetos do dia a dia. Já podemos vislumbrar a saída, pois já há luz no fim do túnel com a vacina. Leia e assista a coisas leves, comédias, histórias com propósito engrandecedor, de elevação moral e espiritual.</p>
<p>4- Por falar em elevação espiritual&#8230; Faça suas orações. Seja qual for a sua religião, conecte-se com o divino em si. Esta conexão com o superior nos alinha com o milagre natural da vida e nos dá a dimensão de quem realmente somos. É importante que possamos olhar para nós mesmos e para o mundo, o outro, a partir deste ponto do “Eu sou”.<br />
E&#8230;. Aproveite este momento e descubra a sua missão na terra. Não precisa ser nada grandioso. Dê pequenos passos com a verdadeira intenção de se tornar um ser melhor e estará a caminho. Ame a si mesmo para poder amar ao próximo.</p>
<p>5- Tome sol. Faça movimento. Coma coisas saudáveis. Beba muita água. Ela ajuda a filtrar e a expelir o que não serve. Selecione como movimento, o que dá prazer a você, e que seja possível para este momento. O corpo carrega a carga das nossas tensões. É importante cuidar bem dele, reconhecer o trabalho árduo que ele tem feito por nós por tanto tempo e principalmente neste momento. É importante mantê-lo saudável para que ele possa continuar fazendo por nós este serviço.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
<div class="fusion-video fusion-youtube fusion-alignleft" style="--awb-max-width:800px;--awb-max-height:600px;--awb-width:100%;"><div class="video-shortcode"><div class="fluid-width-video-wrapper" style="padding-top:75%;" ><iframe title="YouTube video player 1" src="https://www.youtube.com/embed/IE3Ks6dCy4E?wmode=transparent&autoplay=0&oida=1" width="800" height="600" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture;"></iframe></div></div></div>
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		<title>Atendimento online</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/atendimento-terapeutico-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[on-line]]></category>
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					<description><![CDATA[Para falar de atendimento online quero falar sobre resiliência e adaptabilidade, ingredientes que nos permitem estar na face da terra até hoje. Mas para falar a respeito disso, ao invés de falar tecnicamente, prefiro contar uma história. Eu trabalhava no município de Itapecerica da Serra, na Saúde Escolar, departamento da Secretaria da Educação. Eu atendia uma senhora  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Para falar de atendimento online quero falar sobre resiliência e adaptabilidade, ingredientes que nos permitem estar na face da terra até hoje. Mas para falar a respeito disso, ao invés de falar tecnicamente, prefiro contar uma história.</strong></em></h4>
<p>Eu trabalhava no município de Itapecerica da Serra, na Saúde Escolar, departamento da Secretaria da Educação. Eu atendia uma senhora e ela faltou à consulta. Eu sabia que ela queria muito o atendimento e, como era um serviço gratuito, uma das condições de organização era que ela não faltasse. Liguei para ela e ela me disse que não tinha dinheiro para ir até a clínica. Então, nós, garantimos a ida dela ao atendimento com recursos que o município tinha para isso.</p>
<p>Mas… Isso me fez pensar que muitas pessoas poderiam não estar chegando ao atendimento justamente por não terem recursos para chegar.</p>
<p>Na época, conversei com minhas colegas de trabalho e resolvemos fazer uma coisa completamente diferente. Fizemos uma caixa, colocávamos todos os recursos que precisaríamos, fizemos estratégia com as escolas, conseguimos um carro da prefeitura que nos levava até as escolas pré-estabelecidas e atendíamos próximo da casa do munícipe, no mesmo dia, a mãe, a criança, a família. Depois dávamos a devolutiva para a família e para a escola. Isso se mostrou muito bom e produtivo sendo reproduzido por outros municípios.</p>
<p>Isso é <strong>adaptabilidade</strong>, uma das características de <strong>ser resiliente</strong>. Momento de crise é hora de criar. Pois foi o que aconteceu agora. Já tínhamos esse recurso de atender online, isso era possível, embora não fosse sistematizado, e nós não usávamos. Só que este ano, por uma necessidade, uma contingência ambiental mundial, fomos obrigados a nos adaptar rapidamente e isso tem se mostrado extremamente efetivo não só para os atendimentos como também para outros trabalhos e para os cursos com especialistas do mundo inteiro. Isso barateia os custos, você não precisa se locomover, a pessoa não precisa viajar, acabou se tornando muito bom.</p>
<p>Por outro lado, algumas pessoas têm alguma <strong>resistência</strong> porque pensam que talvez, dessa forma, on-line, não exista a mesma sintonia, não haja a mesma presença.</p>
<p>Isso não tem se mostrado uma verdade. Depois de seis/ sete meses atendendo online, o vínculo terapeuta-paciente tem se mostrado possível mesmo dessa forma e os resultados têm sido efetivos e muito bons, inclusive com adaptação de recursos técnicos e uso de criatividade.</p>
<p>Existem algumas coisas que as pessoas podem fazer para favorecer que isso aconteça da melhor forma. A primeira delas, imprescindível, é ter um local onde a pessoa se sinta à vontade para falar aquilo que precisa falar. É útil ter fones de ouvido, porque assim somente ela vai ouvir o que a terapeuta disser e ela pode até escrever nos momentos em que não seja possível falar.</p>
<p>Outra coisa interessante é ter lápis e papel na mão porque às vezes existem algumas anotações importantes que você faça ou até trazer uma imagem que é uma forma do inconsciente se comunicar.</p>
<p>Também seria importante, se for possível, estar na frente do computador e não no celular. A tela do computador ou do notebook é maior, oferece ótima visibilidade e garante o melhor uso de recursos.</p>
<p>São coisas simples, mas são recursos com os quais a pessoa pode colaborar para o sucesso da sua psicoterapia, para o seu bem-estar, por um bom caminhar do seu processo terapêutico.</p>
<p>Conheça minhas <a href="https://www.sandracolaiori.com.br/especialidades/">áreas de atuação</a> e <a href="https://www.sandracolaiori.com.br/contato/">agende uma consulta</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
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		<title>Pandemia: como superar a sensação de impotência</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/pandemia-como-superar-a-sensacao-de-impotencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Traumas]]></category>
		<category><![CDATA[impotência]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[A necessidade de rever hábitos Tem sido muito comum as pessoas falarem sobre a sensação de impotência e por vezes medo e paralisia diante da pandemia e seus aspectos limitadores de isolamento social. Qual a chave para mudarmos essa sensação e dar o passo seguinte? Além de todos os detalhes que estão em estudo que tratam do  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A necessidade de rever hábitos</em></strong></p>
<p>Tem sido muito comum as pessoas falarem sobre a sensação de impotência e por vezes medo e paralisia diante da pandemia e seus aspectos limitadores de isolamento social. Qual a chave para mudarmos essa sensação e dar o passo seguinte?</p>
<p>Além de todos os detalhes que estão em estudo que tratam do prazer que podemos encontrar nos relacionamentos sociais, da falta que estes nos fazem, de como nossos cérebros reagem diante de tal privação e na aparente falta de bom senso como resposta “desesperada&#8221; à privação de contato social, temos a questão de hábito.</p>
<p>Estamos habituados a nos distrair com o que há fora, com o material, com o supérfluo, o movimento do mundo. Não costumamos estar em silêncio, conosco. Temos dificuldade em estarmos a sós. E nos sentimos ainda pior.</p>
<p>O que fazer então com o tempo, como dividir hora de trabalho e estudo e hora de estar em família, como aproveitar para estar com a família, aprofundar as conversas e a intimidade, educar os filhos, rir juntos, ter tempo para ter as ideias criativas que precisam de espaço e de relaxamento para surgir; o estar consigo mesmo, no silêncio, na oração para entrar em contato com o todo, com o Self profundo e desta forma perceber que <strong>somos todos Um</strong>?</p>
<p>A mídia está cheia de “engrandecimento” dos problemas e dos fatos negativos.</p>
<p>O cérebro, mais especificamente o cérebro pré-frontal, que é responsável pelo nosso planejamento, tem uma conexão direta com o cérebro emocional e subcortical. Ou seja, se você enaltece problemas, consequentemente planeja e atrai esses problemas, por uma questão cerebral mesmo. E ele foi modelado para garantir a nossa sobrevivência.  Então precisamos rever hábitos.</p>
<p>No caso específico da pandemia da Covid 19, para manter minimamente o equilíbrio, precisamos reconhecer quais são os nossos limites e até onde a gente consegue ir, estar com o outro em segurança para mim e para o outro. Reconhecer que a gente não tem o controle da vida e das formas de interagir com o mundo. Pelo contrário, as grandes tragédias e pandemias nos confrontam o tempo todo com o potencial da nossa própria morte e também a morte de nossos entes queridos.</p>
<p>Isso requer uma ressignificação da nossa forma de viver no mundo. Mais empatia, despertar para o que realmente importa, que é essencial, que são as relações humanas, o carinho, o cuidado consigo e com o outro. Do contrário, a gente só se conecta com a dor daquilo que foi perdido. E vem a sensação de impotência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
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		<title>TOC e o tratamento em Psicoterapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/toc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 15:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>
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					<description><![CDATA[Você se preocupa excessivamente com sujeira? Quando está de saída sente uma grande necessidade de verificar a casa toda, as janelas, as portas, o gás, repetitivamente? É atormentado por pensamentos indesejáveis? Sente necessidade de acumular objetos sem necessidades de uso? Preocupa-se exageradamente com ordem? Tais ações são consideradas “manias”, mas dependendo da gravidade podem ser  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Você se preocupa excessivamente com sujeira? Quando está de saída sente uma grande necessidade de verificar a casa toda, as janelas, as portas, o gás, repetitivamente? É atormentado por pensamentos indesejáveis? Sente necessidade de acumular objetos sem necessidades de uso? Preocupa-se exageradamente com ordem?</strong></em></p>
<p>Tais ações são consideradas “manias”, mas dependendo da gravidade podem ser sinais de TOC.</p>
<h3>O TOC</h3>
<p>Esses sintomas que descrevemos acima vêm atormentando milhares de pessoas no mundo inteiro, e em muitas ocasiões são leves, graves, exagerados ou até mesmo incapacitantes.</p>
<p>Podem estar associados a medo, culpa, ansiedade, insegurança,  passando assim a ocupar muito tempo das pessoas portadoras desse transtorno, interferindo em suas rotinas pessoais, sociais e familiares, causando desconforto a si mesmo e aos demais.</p>
<p>O TOC é considerado um transtorno mental grave, podendo surgir de forma precoce. Se não tratado com a devida atenção, pode tornar-se crônico.</p>
<h3>Os Sintomas</h3>
<p>Os sintomas tendem a acompanhar o indivíduo por toda sua vida, às vezes com grandes intensidades e outras com menor frequência.</p>
<p>Esses sintomas podem surgir na adolescência, algumas vezes até na infância com uma frequência menor e, ao longo da vida, o TOC pode ir intensificando-se de acordo com os problemas cotidianos do indivíduo.</p>
<h3>O TOC e a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC)</h3>
<p>A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) tem um papel importante no tratamento do TOC, pois é uma psicoterapia que trabalha focada no problema através de técnicas, exercícios e tarefas para serem realizadas no consultório e em casa.</p>
<p>São utilizados registros, escalas, instrumentos de automonitoramento e também tarefas junto com o terapeuta.</p>
<p>O paciente aprende a identificar suas obsessões, compulsões, evitações, neutralizações e pensamentos catastróficos e assim, junto ao terapeuta, a listar e realizar tarefas para que cada vez mais, gradualmente, os sintomas percam sua intensidade.</p>
<p>Pouco a pouco, o indivíduo vai se condicionando a caminho de melhorar. Por isso, a TCC tende a ser eficaz no tratamento do transtorno, tornando a vida do paciente mais leve e equilibrada.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO (TOC)" width="1320" height="743" src="https://www.youtube.com/embed/0ElWtrJ1OBc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>O que é a terapia Brainspotting?</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/o-que-e-a-terapia-brainspotting/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 09:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brainspotting]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A terapia Brainspotting atua no nosso sistema nervoso central, sendo bastante aplicada no tratamento de traumas. Conheça os benefícios da técnica. O Brainspotting é um modelo psicoterapêutico que ao focar o olhar em um ponto no espaço, localiza no cérebro um ponto correspondente à origem da dificuldade e atua neuropsicológicamente na dissensibilização, reprocessamento e liberação  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A terapia Brainspotting atua no nosso sistema nervoso central, sendo bastante aplicada no tratamento de traumas. Conheça os benefícios da técnica.</strong><br />
</em></p>
<p>O Brainspotting é um modelo psicoterapêutico que ao focar o olhar em um ponto no espaço, localiza no cérebro um ponto correspondente à origem da dificuldade e atua neuropsicológicamente na dissensibilização, reprocessamento e liberação da dor física e emocional, atuando diretamente em sintomas que muitas vezes a pessoa não está consciente, estão fora da sua capacidade cognitiva e/ou da capacidade da pessoa expressar através da sua fala.</p>
<p>A terapia Brainspotting atua nas áreas mais profundas e primitivas do nosso <strong>sistema nervoso central</strong>, ou seja, aquelas que estão, além do que a mente consciente pode alcançar, permitindo e atuando diretamente nos sistemas nervoso autônomo e límbico, isto é, aquelas  partes do cérebro responsáveis pelos batimentos cardíacos, pela respiração e sensações físicas,e também a parte responsável pelas nossas emoções.</p>
<p>A <strong>terapia Brainspotting</strong> foi descoberta pelo psicoterapeuta Dr. David Grand em 2003 e vem sendo atualizada e desenvolvida por ele. É uma terapia muito adequada para o tratamento de traumas, dores físicas e emocionais, dissociações e diversos outros sintomas de difícil abordagem.</p>
<h3>O que acontece durante a sessão</h3>
<p>Ao iniciar a terapia de Brainspotting, o terapeuta solicita ao paciente que entre em contato com temas que lhe causam incômodo e que podem ser trabalhados. Uma vez escolhido o que será focalizado naquela sessão, o paciente avalia o quanto aquela recordação perturbadora desperta nele <strong>sensações físicas e emocionais de desconforto</strong>, dando a ela uma nota.</p>
<p>Olhando para a ponta de uma antena, paciente e terapeuta pesquisarão juntos os locais no espaço onde ao dirigir o olhar, intensificam e atenuam a sua mobilização. Isto é feito através da observação de pequenos reflexos ou sentimentos e sensações que se apresentem naquele momento. Este ponto corresponde ao ponto cerebral de ativação daquele conteúdo ou também ao ponto de recurso para lidar com ele.</p>
<p>Foram desenvolvidas diversas técnicas para que os resultados da focalização destes pontos de ativação e recurso sejam os melhores possíveis para a pessoa e o seu terapeuta brainspotting estará preparado para usá-las.</p>
<p>A escolha a respeito da forma de atuar com cada paciente, se é necessário permanecer mais tempo em um ponto de recurso e quando focar o olhar em um ponto que seja mobilizador para aquela pessoa, vai depender do quanto aquela <strong>pessoa está fragilizada</strong>, qual é o seu grau de organização emocional, entre outros aspectos.</p>
<p>Normalmente, o trabalho é  iniciado através de pontos onde a pessoa possa acessar mais os seus recursos para lidar com aquele tema, dependendo da sua fragilidade se oferece mais apoio e tempo aos conteúdos que vão surgindo em sua consciência.</p>
<p>Tudo o que o paciente deve fazer é observar curiosamente o que acontece em si mesmo, quais conteúdos vão surgindo enquanto dirige o seu olhar para a antena, fixando a sua atenção neste ângulo visual. Observar suas sensações físicas, suas emoções, os pensamentos que irão surgindo.</p>
<p>Durante a sessão, de tempos em tempos, terapeuta e paciente irão juntos verificando o quanto o conteúdo está se esvaziando com a ocorrência do reprocessamento do tema inicial escolhido.</p>
<p>Leia mais sobre <a href="https://www.sandracolaiori.com.br/especialidades/brainspotting/">Brainspotting</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
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