<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Transtornos &#8211; Sandra Colaiori</title>
	<atom:link href="https://www.sandracolaiori.com.br/category/transtornos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sandracolaiori.com.br</link>
	<description>Psicologia e Sa&#250;de</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Sep 2024 15:35:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.2</generator>
	<item>
		<title>Dra., será que eu tô ficando louco?</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/dra-sera-que-eu-to-ficando-louco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 12:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>
		<category><![CDATA[doença mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sandracolaiori.com.br/?p=3073</guid>

					<description><![CDATA[“Acho que eu nunca mais vou conseguir largar esses remédios, acho que eu tô louco”. Ouvir isto de uma pessoa jovem, que tem filhos, uma vida pela frente, é bastante doloroso para nós, psicoterapeutas. Durante a sessão com o paciente, percebi uma frase que se repetiu algumas vezes: “Eu não vou dar conta”. E, desde  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Acho que eu nunca mais vou conseguir largar esses remédios, acho que eu tô louco”.</em><br />
<em>Ouvir isto de uma pessoa jovem, que tem filhos, uma vida pela frente, é bastante doloroso para nós, psicoterapeutas.</em><br />
<em>Durante a sessão com o paciente, percebi uma frase que se repetiu algumas vezes: “Eu não vou dar conta”.</em><br />
<em>E, desde quando você acha que não vai dar conta?, perguntei.</em><br />
<em>Ele começou a contar coisas mas sempre negava um trauma. Ele não sabia, mas o corpo dele sabia. Traumas de infância, situações que precisavam ser processadas e elaboradas para que pudesse voltar a viver mais tranquilo e mais feliz.</em></p>
<p>A ciência hoje faz uma distinção clara entre loucura e doenças mentais, entre elas, a psicose, uma distorção do pensamento e do senso de realidade que pode prejudicar muito a vida do paciente. Que fique claro, psiquiatras ou psicoterapeutas nunca utilizam termos como louco ou loucura para nenhum distúrbio psiquiátrico.</p>
<p>Como várias outras doenças, o diagnóstico da doença mental não é fácil de ser feito pelos médicos. Alguns fatores precisam ser levados em conta.</p>
<p>A maioria dos diagnósticos é feita com base em sintomas que, no caso dos problemas psiquiátricos, aparecem como comportamentos indesejáveis ou pensamentos intrusivos, repetitivos e que a pessoa não tem controle. Existem pacientes cujas queixas têm bases puramente orgânicas e que não podem ser processadas e seus sintomas desaparecerem. Ou seja, um problema teoricamente orgânico, porque poderíamos até inferir alguma base transgeracional e trabalhar isto, o que não acabaria com a base orgânica mas poderia, talvez, amenizar algo dali para a frente, em gerações posteriores, o que não vem ao caso para esse artigo. Também podemos trabalhar o impacto do preconceito que as pessoas vivem quando recebem um diagnóstico, por exemplo.</p>
<p>Mas, na maioria das vezes nós estamos nos deparando apenas com “diagnósticos” feitos a partir de sintomas, de comportamentos, de sensações, consequências físicas muitas vezes de algo muito precoce e que nem sequer pode ser lembrado. São marcas que o corpo se lembra muito bem, como sintomas físicos, flashes, percepções, pensamentos intrusivos, sensações, ou crenças que nem se sabe de onde vieram. Às vezes, comportamentos que alguns pesquisadores denominam “memória implícitas”, sem palavras.</p>
<p>Se o diagnóstico tem origem em traumas, ou traumas de apego, ou de desenvolvimento, então sim, eles certamente serão estabilizados durante a terapia. Algumas terapias são mais profundas (subcorticais) e podem ajudar mais.</p>
<p>Além disso, efeitos ou consequências de doenças orgânicas também podem ser trabalhados, processados e melhorados ao se fazer o processamento da informação. Nesse caso, suas crenças limitantes, sua personalidade de base, posturas, a rede de apoio, a visão de vida, a visão de mundo, a espiritualidade, etc, poderão interferir na recuperação ou não da sua saúde física. São estas questões da psiquê que podem ser trabalhadas na psicoterapia e processadas com abordagens de processamento (tipo EMDR, por exemplo).</p>
<p><strong>Mas, por que isso acontece?</strong></p>
<p>Certas informações estão armazenadas no nosso cérebro de forma inadequada e não é possível serem conectadas a nenhuma outra informação adaptativa ou redes de memórias positivas ou saudáveis.</p>
<p>Então, quando vivemos situações “similares&#8221; na vida cotidiana, os afetos e percepções do aqui e agora fazem conexões tanto internamente quanto externamente, com essas redes de memórias antigas e sem processamento. Os afetos e percepções originais aparecem como sintomas agora.</p>
<p>As lembranças e experiências passadas estão vivas, ativas dentro de nós, e aparecem como “sentir-se mal”, ou um pensamento intrusivo do tipo “eu não vou dar conta” ou “ninguém gosta de mim”, ou uma “taquicardia&#8221; em uma determinada situação porque de alguma forma, naquele momento de vida, emoções, sensações e pensamentos antigos foram ativados.</p>
<p>Precisamos, então, processar essas informações por meio de abordagens profundas e que nos permitam armazenar estas memórias de forma saudável, adequada e adaptada.</p>
<p>Nosso cérebro tem a capacidade de processar memórias o tempo todo, mas, quando uma informação é armazenada de forma inadequada, porque houve uma experiência traumática ou vivida como tal, a pessoa precisará de um profissional competente para ajudá-la a processar e integrar esta memória a redes saudáveis.</p>
<p>Felizmente existem formas de trabalhar profunda e amorosamente essas informações, integrando-as à vida de forma mais saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;">Sandra Maria Fiore Colaiori</span><br />
<span style="color: #999999;">CRP06/34949</span><br />
<span style="color: #999999;">Psicologia Transpessoal, EMDR; Brainspotting; Psicossíntese; Hipnoterapia Ericksoniana</span><br />
<span style="color: #999999;">+55 11 99625 9861</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trauma de desenvolvimento</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/trauma-de-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 14:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traumas]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sandracolaiori.com.br/?p=3066</guid>

					<description><![CDATA[Quem já trabalhou em escolas, com crianças e famílias, e/ou sistemas de educação de forma geral sabe que muitas vezes nos deparamos com dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento na escola e/ou fora dela, crianças hiperativas, opositoras, agressivas ou apáticas, doenças de repetição, déficit cognitivo, transtornos mentais, distúrbios do sono, entre outras coisas. A escola,  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já trabalhou em escolas, com crianças e famílias, e/ou sistemas de educação de forma geral sabe que muitas vezes nos deparamos com dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento na escola e/ou fora dela, crianças hiperativas, opositoras, agressivas ou apáticas, doenças de repetição, déficit cognitivo, transtornos mentais, distúrbios do sono, entre outras coisas.</p>
<p>A escola, na maioria das vezes, é o lugar onde a criança encontra espaço para manifestar as dificuldades que vivencia.</p>
<p>As famílias, o sistema público e a sociedade em geral buscam soluções e o psicólogo se vê frente à necessidade de explicar e buscar soluções que vão exigir mudanças na postura e nas atitudes dos adultos e dos ambientes que cercam a criança.</p>
<p>Nesse fim de semana, fazendo uma atualização maravilhosa com a neurocientista, dra. Regina Lucia Nogueira, percebi com alegria que a ciência caminha na direção de ajudar nessa explicação, por meio de imagens, estudos longitudinais e da observação das conseqüências da violência, como por exemplo, da guerra.</p>
<p>Estou falando do TRAUMA. Palavra extremamente antiga, que ouvimos desde antes de Cristo e que se grafa de forma muito semelhante em diversas línguas, entretanto, tão difícil de entender.</p>
<p>Se compararmos a criança a uma árvore e pensarmos em suas raízes como o período pré-natal, o momento do nascimento ao aparecimento do broto fora da terra e assim por diante, fica fácil visualizar que se, desde o seu plantio ou a concepção do bebe, essa plantinha/bebe sofre um ferimento, todo o seu desenvolvimento poderá ficar alterado e que quanto mais jovem for a planta, mais delicada e menos formada estará para ter estrutura e suportar a ação recebida.</p>
<p>Esses traumas modificam o desenvolvimento do sistema nervoso da criança e, quanto mais precoces, maiores poderão ser seus efeitos no desenvolvimento da criança até a idade adulta.</p>
<p>Outra coisa extremamente importante e que agrava o problema, é que uma criança não tem como se defender das ações dos adultos ao seu redor. Ela não tem como fugir ou enfrentar o adulto. É desigual. Então ela tem que sobreviver ali, sujeitando-se aos maus tratos recebidos e permanecendo ali. E encontrará ou desenvolverá defesas para isto. O que sabemos com certeza é que estes são fatores de risco que aumentam a probabilidade do impacto deletério no seu desenvolvimento neurológico.  E que farão dessa criança, muitas vezes, os adultos agressivos ou depressivos, ou adictos (entre outros males), de depois.</p>
<p>O que chega até nós a respeito destas crianças, são os sintomas diagnosticados, muitas vezes confundidos com outros quadros neurológicos ou psiquiátricos, algumas vezes com indicação de medicação, mas nem sempre associados ao trauma, aos maus tratos recebidos pela criança.</p>
<p>Esses sintomas que também aparecem nos adultos são muitas vezes carregados desde a infância e poderão afetar toda sua vida a partir do fato ocorrido, desde sua saúde física e mental, suas relações familiares, sua capacidade produtiva e toda relação com a sociedade.</p>
<p>O que vemos, muitas vezes, é que o agredido se torna um agressor.</p>
<p>Precisamos cuidar das nossas crianças. Amá-las e educá-las.</p>
<p>Se você é um pai ou mãe e está encontrando dificuldades, procure ajuda.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TOC e o tratamento em Psicoterapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/toc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 15:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sitehousehost.com.br/Sandra/?p=88</guid>

					<description><![CDATA[Você se preocupa excessivamente com sujeira? Quando está de saída sente uma grande necessidade de verificar a casa toda, as janelas, as portas, o gás, repetitivamente? É atormentado por pensamentos indesejáveis? Sente necessidade de acumular objetos sem necessidades de uso? Preocupa-se exageradamente com ordem? Tais ações são consideradas “manias”, mas dependendo da gravidade podem ser  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Você se preocupa excessivamente com sujeira? Quando está de saída sente uma grande necessidade de verificar a casa toda, as janelas, as portas, o gás, repetitivamente? É atormentado por pensamentos indesejáveis? Sente necessidade de acumular objetos sem necessidades de uso? Preocupa-se exageradamente com ordem?</strong></em></p>
<p>Tais ações são consideradas “manias”, mas dependendo da gravidade podem ser sinais de TOC.</p>
<h3>O TOC</h3>
<p>Esses sintomas que descrevemos acima vêm atormentando milhares de pessoas no mundo inteiro, e em muitas ocasiões são leves, graves, exagerados ou até mesmo incapacitantes.</p>
<p>Podem estar associados a medo, culpa, ansiedade, insegurança,  passando assim a ocupar muito tempo das pessoas portadoras desse transtorno, interferindo em suas rotinas pessoais, sociais e familiares, causando desconforto a si mesmo e aos demais.</p>
<p>O TOC é considerado um transtorno mental grave, podendo surgir de forma precoce. Se não tratado com a devida atenção, pode tornar-se crônico.</p>
<h3>Os Sintomas</h3>
<p>Os sintomas tendem a acompanhar o indivíduo por toda sua vida, às vezes com grandes intensidades e outras com menor frequência.</p>
<p>Esses sintomas podem surgir na adolescência, algumas vezes até na infância com uma frequência menor e, ao longo da vida, o TOC pode ir intensificando-se de acordo com os problemas cotidianos do indivíduo.</p>
<h3>O TOC e a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC)</h3>
<p>A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) tem um papel importante no tratamento do TOC, pois é uma psicoterapia que trabalha focada no problema através de técnicas, exercícios e tarefas para serem realizadas no consultório e em casa.</p>
<p>São utilizados registros, escalas, instrumentos de automonitoramento e também tarefas junto com o terapeuta.</p>
<p>O paciente aprende a identificar suas obsessões, compulsões, evitações, neutralizações e pensamentos catastróficos e assim, junto ao terapeuta, a listar e realizar tarefas para que cada vez mais, gradualmente, os sintomas percam sua intensidade.</p>
<p>Pouco a pouco, o indivíduo vai se condicionando a caminho de melhorar. Por isso, a TCC tende a ser eficaz no tratamento do transtorno, tornando a vida do paciente mais leve e equilibrada.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO (TOC)" width="1320" height="743" src="https://www.youtube.com/embed/0ElWtrJ1OBc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
