<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Sobre Psicologia &#8211; Sandra Colaiori</title>
	<atom:link href="https://www.sandracolaiori.com.br/category/sobre-psicologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sandracolaiori.com.br</link>
	<description>Psicologia e Sa&#250;de</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 16:58:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.2</generator>
	<item>
		<title>Duas Faces de Nina, traduzido pela Psicóloga Sandra Fiore Colaiori</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/duas-faces-de-nina-traduzido-pela-psicologa-sandra-fiore-colaiori/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 16:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sandracolaiori.com.br/?p=3097</guid>

					<description><![CDATA[O livro Duas Faces de Nina, traduzido pela psicóloga Sandra Fiore Colaiori, já foi lançado com sucesso na Espanha e em breve será lançado no Brasil. Todos nós temos um pouco de Nina. É isso que nos conta o psicólogo e especialista em psicologia clínica, o espanhol Mario C. Salvador em seu mais recente livro sobre a  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro <strong><em>Duas Faces de Nina</em></strong>, traduzido pela psicóloga Sandra Fiore Colaiori, já foi lançado com sucesso na Espanha e em breve será lançado no Brasil.</p>
<p>Todos nós temos um pouco de Nina. É isso que nos conta o psicólogo e especialista em psicologia clínica, o espanhol Mario C. Salvador em seu mais recente livro sobre a psique humana &#8211; As duas faces de Nina. Autor de vários livros sobre o assunto, Salvador também é co-diretor do Instituto Alecés, de Psicoterapia Integrativa de reprocessamento do Trauma e Brainspotting Espanha, além de presidente da Associação Espanhola de Brainspotting e vice-presidente da Associação Iberoamericana de Psicotrauma.</p>
<p><strong>O livro será lançado no Brasil</strong> e <strong>foi traduzido pela psicóloga Sandra Fiore Colaiori</strong> (<a href="https://www.sandracolaiori.com.br/">www.sandracolaiori.com.br</a>), especializada em Psicossíntese, Hipnoterapia, EMDR (Eye Moviment Desensitization and Processing), Brainspotting e modelo Aleceia de psicoterapia integrativa do trauma. Ela acompanha o trabalho de Mario há mais de dez anos. Sandra atende há mais de 35 anos e mantém-se atualizada com profissionais e pesquisas do mundo todo, sempre pensando em atender melhor aos brasileiros que vivem em todos os lugares.</p>
<p>“<em><strong>O livro é uma forma amorosa e delicada de reassociação de parte dissociada por trauma</strong></em>”, explica Colaiori. “<em><strong>Nossa personalidade, assim como nosso corpo, é formada por partes que trabalham integradamente e visam e buscam o estado de bem-estar, ou seja, de saúde mental</strong></em>”.  Segundo ela, o livro já foi lançado na Espanha e está fazendo muito sucesso por lá.</p>
<p>Todos nós nascemos com um cérebro programado com mecanismos necessários para nos ajudar a permanecer vivos. Assim, o bebê “sabe” que, para se manter vivo, precisa se prender ao corpo da mãe e procurar o seio, depois mamar para se alimentar. As crias de todos os mamíferos vêm com este programa reflexo já programado. Isso acontece no cérebro subcortical &#8211; é ele quem assume o controle e nos diz como enfrentar algum tipo de ameaça à nossa vida e como fugir da dor. Quando somos pequenos, a distância de nossos cuidadores, normalmente mãe e pai, pode representar perigo. O cérebro subcortical é a soma do nosso cérebro emocional (límbico) e do nosso cérebro reptiliano (responsável pelas funções vitais, como respiração, metabolismo&#8230;).</p>
<p>É o que acontece com Nina. Com apenas cinco anos de idade ela sente que seus pais, especialmente sua mãe, estão se afastando dela. Ela faz de tudo para chamar a atenção deles, mas eles estão imersos em seu próprio sofrimento e não respondem à menina, que chora para chamar a atenção. Sua forma de agir é reprovada, Nina sente-se rejeitada e passa a achar que precisar deles é uma coisa errada. Assim, Nina desenvolve um profundo e doloroso sentimento de vergonha e, para fugir de sua dor, afasta-se dos pais e tranca-se no quarto. Essa história de dor e tristeza está apenas começando.</p>
<p>Em As duas faces de Nina, o escritor/terapeuta nos leva ao maravilhoso mundo do funcionamento do nosso cérebro e como é possível reverter e integrar de forma saudável ao nosso sistema nervoso sentimentos de dor, tristeza, perda, frustrações e vergonha. Leitura primordial para os profissionais da área e reveladora para todos que gostam de ler e que tenham curiosidade por se conhecer.  Boa leitura.</p>
<p>Livros do autor: Beyond the Self (2017), Mais além do Eu (2018 e 2022, segunda edição), ¿Quien Soy? (2022) , As duas faces de Nina (2024).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Feliz Ano Novo com esperança e muita saúde para todos!</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/feliz-ano-novo-com-esperanca-e-muita-saude-para-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 20:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
		<category><![CDATA[perdas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sandracolaiori.com.br/?p=3029</guid>

					<description><![CDATA[Hoje eu quero falar sobre esperança. Vivemos um ano de 2020 atípico, sofrido, para muitos com perdas, mas também foi um ano de muitos aprendizados. Tivemos que nos reinventar, tivemos que nos reencontrar. O isolamento social não é fácil, muitas pessoas entraram em depressão ou ansiedade, ficaram doentes, mas agora já podemos ver uma luz  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Hoje eu quero falar sobre esperança. </strong></em></h4>
<p>Vivemos um ano de 2020 atípico, sofrido, para muitos com perdas, mas também foi um ano de muitos aprendizados. Tivemos que nos reinventar, tivemos que nos reencontrar. O isolamento social não é fácil, muitas pessoas entraram em depressão ou ansiedade, ficaram doentes, mas agora já podemos ver uma luz no fim do túnel. A ciência, com seu conhecimento e perseverança, encontrou a vacina que, finalmente, poderá conter esse vírus tão maléfico. 2021 promete ser melhor do que o ano que finda. Ainda precisaremos manter por um bom período todos os protocolos de segurança necessários, como usar máscaras, lavar as mãos e isolamento social. Só sair de casa quando for mesmo necessário.</p>
<p>Esperança é a cura do mundo, melhora o sistema imunológico, nos coloca em coerência cardíaca, baixa a ansiedade, nos coloca em movimento. A esperança de dias melhores aquece nosso coração e nos dá um pouco mais de tranqüilidade para seguir a vida. Também nos torna mais amorosos e solidários.</p>
<p>Mas como podemos nos ajudar a superar este momento? Aí vão algumas ideias simples e fáceis para colocarmos em prática.</p>
<p>1- Procure evitar excesso de informação, principalmente as jornalísticas e focadas em princípios apocalípticos e ideias negativistas que apenas buscam impactar. Nos últimos tempos temos vivido um período prolongado de dificuldades e assuntos polêmicos. Existem diversos interesses por traz, alguns bem evidentes, outros nem imaginamos. Nós já estamos suficientemente impactados. Procure a informação mais básica e mais científica possível, saiba os dados importantes para pautar as suas ações e CHEGA.</p>
<p>2- Faça a sua parte. Você conhece a história do beija-flor e do elefante? Havia um incêndio na floresta e o beija-flor corria até o rio pegava uma gotinha de água e jogava na floresta em chamas. O elefante, então, cheio de razão e conhecimento de causa, disse: ô beija-flor, você não percebe que está sendo ridículo, trazendo essa gotinha? Ao que o beija-flor respondeu: eu estou “apenas fazendo a minha parte”. E, se todos os dias, em todos os lugares e a respeito de todas as causas, nós nos limitássemos e fizéssemos com amor e cuidado “apenas a nossa parte”?! E mais: o que aconteceria se “todos nós juntos fizéssemos apenas a nossa parte”? Então, fala sério, sem expectativa quanto ao outro, “FAÇA A SUA PARTE”. Só isso.</p>
<p>3- Fale, veja e leia assuntos e coisas boas, leves e positivas. Tenha esperança e projetos. Cuide dos pequenos e prazerosos projetos do dia a dia. Já podemos vislumbrar a saída, pois já há luz no fim do túnel com a vacina. Leia e assista a coisas leves, comédias, histórias com propósito engrandecedor, de elevação moral e espiritual.</p>
<p>4- Por falar em elevação espiritual&#8230; Faça suas orações. Seja qual for a sua religião, conecte-se com o divino em si. Esta conexão com o superior nos alinha com o milagre natural da vida e nos dá a dimensão de quem realmente somos. É importante que possamos olhar para nós mesmos e para o mundo, o outro, a partir deste ponto do “Eu sou”.<br />
E&#8230;. Aproveite este momento e descubra a sua missão na terra. Não precisa ser nada grandioso. Dê pequenos passos com a verdadeira intenção de se tornar um ser melhor e estará a caminho. Ame a si mesmo para poder amar ao próximo.</p>
<p>5- Tome sol. Faça movimento. Coma coisas saudáveis. Beba muita água. Ela ajuda a filtrar e a expelir o que não serve. Selecione como movimento, o que dá prazer a você, e que seja possível para este momento. O corpo carrega a carga das nossas tensões. É importante cuidar bem dele, reconhecer o trabalho árduo que ele tem feito por nós por tanto tempo e principalmente neste momento. É importante mantê-lo saudável para que ele possa continuar fazendo por nós este serviço.</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
<div class="fusion-video fusion-youtube fusion-alignleft" style="--awb-max-width:800px;--awb-max-height:600px;--awb-width:100%;"><div class="video-shortcode"><div class="fluid-width-video-wrapper" style="padding-top:75%;" ><iframe title="YouTube video player 1" src="https://www.youtube.com/embed/IE3Ks6dCy4E?wmode=transparent&autoplay=0&oida=1" width="800" height="600" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture;"></iframe></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atendimento online</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/atendimento-terapeutico-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[on-line]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sandracolaiori.com.br/?p=3007</guid>

					<description><![CDATA[Para falar de atendimento online quero falar sobre resiliência e adaptabilidade, ingredientes que nos permitem estar na face da terra até hoje. Mas para falar a respeito disso, ao invés de falar tecnicamente, prefiro contar uma história. Eu trabalhava no município de Itapecerica da Serra, na Saúde Escolar, departamento da Secretaria da Educação. Eu atendia uma senhora  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Para falar de atendimento online quero falar sobre resiliência e adaptabilidade, ingredientes que nos permitem estar na face da terra até hoje. Mas para falar a respeito disso, ao invés de falar tecnicamente, prefiro contar uma história.</strong></em></h4>
<p>Eu trabalhava no município de Itapecerica da Serra, na Saúde Escolar, departamento da Secretaria da Educação. Eu atendia uma senhora e ela faltou à consulta. Eu sabia que ela queria muito o atendimento e, como era um serviço gratuito, uma das condições de organização era que ela não faltasse. Liguei para ela e ela me disse que não tinha dinheiro para ir até a clínica. Então, nós, garantimos a ida dela ao atendimento com recursos que o município tinha para isso.</p>
<p>Mas… Isso me fez pensar que muitas pessoas poderiam não estar chegando ao atendimento justamente por não terem recursos para chegar.</p>
<p>Na época, conversei com minhas colegas de trabalho e resolvemos fazer uma coisa completamente diferente. Fizemos uma caixa, colocávamos todos os recursos que precisaríamos, fizemos estratégia com as escolas, conseguimos um carro da prefeitura que nos levava até as escolas pré-estabelecidas e atendíamos próximo da casa do munícipe, no mesmo dia, a mãe, a criança, a família. Depois dávamos a devolutiva para a família e para a escola. Isso se mostrou muito bom e produtivo sendo reproduzido por outros municípios.</p>
<p>Isso é <strong>adaptabilidade</strong>, uma das características de <strong>ser resiliente</strong>. Momento de crise é hora de criar. Pois foi o que aconteceu agora. Já tínhamos esse recurso de atender online, isso era possível, embora não fosse sistematizado, e nós não usávamos. Só que este ano, por uma necessidade, uma contingência ambiental mundial, fomos obrigados a nos adaptar rapidamente e isso tem se mostrado extremamente efetivo não só para os atendimentos como também para outros trabalhos e para os cursos com especialistas do mundo inteiro. Isso barateia os custos, você não precisa se locomover, a pessoa não precisa viajar, acabou se tornando muito bom.</p>
<p>Por outro lado, algumas pessoas têm alguma <strong>resistência</strong> porque pensam que talvez, dessa forma, on-line, não exista a mesma sintonia, não haja a mesma presença.</p>
<p>Isso não tem se mostrado uma verdade. Depois de seis/ sete meses atendendo online, o vínculo terapeuta-paciente tem se mostrado possível mesmo dessa forma e os resultados têm sido efetivos e muito bons, inclusive com adaptação de recursos técnicos e uso de criatividade.</p>
<p>Existem algumas coisas que as pessoas podem fazer para favorecer que isso aconteça da melhor forma. A primeira delas, imprescindível, é ter um local onde a pessoa se sinta à vontade para falar aquilo que precisa falar. É útil ter fones de ouvido, porque assim somente ela vai ouvir o que a terapeuta disser e ela pode até escrever nos momentos em que não seja possível falar.</p>
<p>Outra coisa interessante é ter lápis e papel na mão porque às vezes existem algumas anotações importantes que você faça ou até trazer uma imagem que é uma forma do inconsciente se comunicar.</p>
<p>Também seria importante, se for possível, estar na frente do computador e não no celular. A tela do computador ou do notebook é maior, oferece ótima visibilidade e garante o melhor uso de recursos.</p>
<p>São coisas simples, mas são recursos com os quais a pessoa pode colaborar para o sucesso da sua psicoterapia, para o seu bem-estar, por um bom caminhar do seu processo terapêutico.</p>
<p>Conheça minhas <a href="https://www.sandracolaiori.com.br/especialidades/">áreas de atuação</a> e <a href="https://www.sandracolaiori.com.br/contato/">agende uma consulta</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pandemia: como superar a sensação de impotência</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/pandemia-como-superar-a-sensacao-de-impotencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Traumas]]></category>
		<category><![CDATA[impotência]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sandracolaiori.com.br/?p=3004</guid>

					<description><![CDATA[A necessidade de rever hábitos Tem sido muito comum as pessoas falarem sobre a sensação de impotência e por vezes medo e paralisia diante da pandemia e seus aspectos limitadores de isolamento social. Qual a chave para mudarmos essa sensação e dar o passo seguinte? Além de todos os detalhes que estão em estudo que tratam do  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A necessidade de rever hábitos</em></strong></p>
<p>Tem sido muito comum as pessoas falarem sobre a sensação de impotência e por vezes medo e paralisia diante da pandemia e seus aspectos limitadores de isolamento social. Qual a chave para mudarmos essa sensação e dar o passo seguinte?</p>
<p>Além de todos os detalhes que estão em estudo que tratam do prazer que podemos encontrar nos relacionamentos sociais, da falta que estes nos fazem, de como nossos cérebros reagem diante de tal privação e na aparente falta de bom senso como resposta “desesperada&#8221; à privação de contato social, temos a questão de hábito.</p>
<p>Estamos habituados a nos distrair com o que há fora, com o material, com o supérfluo, o movimento do mundo. Não costumamos estar em silêncio, conosco. Temos dificuldade em estarmos a sós. E nos sentimos ainda pior.</p>
<p>O que fazer então com o tempo, como dividir hora de trabalho e estudo e hora de estar em família, como aproveitar para estar com a família, aprofundar as conversas e a intimidade, educar os filhos, rir juntos, ter tempo para ter as ideias criativas que precisam de espaço e de relaxamento para surgir; o estar consigo mesmo, no silêncio, na oração para entrar em contato com o todo, com o Self profundo e desta forma perceber que <strong>somos todos Um</strong>?</p>
<p>A mídia está cheia de “engrandecimento” dos problemas e dos fatos negativos.</p>
<p>O cérebro, mais especificamente o cérebro pré-frontal, que é responsável pelo nosso planejamento, tem uma conexão direta com o cérebro emocional e subcortical. Ou seja, se você enaltece problemas, consequentemente planeja e atrai esses problemas, por uma questão cerebral mesmo. E ele foi modelado para garantir a nossa sobrevivência.  Então precisamos rever hábitos.</p>
<p>No caso específico da pandemia da Covid 19, para manter minimamente o equilíbrio, precisamos reconhecer quais são os nossos limites e até onde a gente consegue ir, estar com o outro em segurança para mim e para o outro. Reconhecer que a gente não tem o controle da vida e das formas de interagir com o mundo. Pelo contrário, as grandes tragédias e pandemias nos confrontam o tempo todo com o potencial da nossa própria morte e também a morte de nossos entes queridos.</p>
<p>Isso requer uma ressignificação da nossa forma de viver no mundo. Mais empatia, despertar para o que realmente importa, que é essencial, que são as relações humanas, o carinho, o cuidado consigo e com o outro. Do contrário, a gente só se conecta com a dor daquilo que foi perdido. E vem a sensação de impotência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a terapia Brainspotting?</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/o-que-e-a-terapia-brainspotting/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 09:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brainspotting]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sitehousehost.com.br/Sandra/?p=196</guid>

					<description><![CDATA[A terapia Brainspotting atua no nosso sistema nervoso central, sendo bastante aplicada no tratamento de traumas. Conheça os benefícios da técnica. O Brainspotting é um modelo psicoterapêutico que ao focar o olhar em um ponto no espaço, localiza no cérebro um ponto correspondente à origem da dificuldade e atua neuropsicológicamente na dissensibilização, reprocessamento e liberação  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A terapia Brainspotting atua no nosso sistema nervoso central, sendo bastante aplicada no tratamento de traumas. Conheça os benefícios da técnica.</strong><br />
</em></p>
<p>O Brainspotting é um modelo psicoterapêutico que ao focar o olhar em um ponto no espaço, localiza no cérebro um ponto correspondente à origem da dificuldade e atua neuropsicológicamente na dissensibilização, reprocessamento e liberação da dor física e emocional, atuando diretamente em sintomas que muitas vezes a pessoa não está consciente, estão fora da sua capacidade cognitiva e/ou da capacidade da pessoa expressar através da sua fala.</p>
<p>A terapia Brainspotting atua nas áreas mais profundas e primitivas do nosso <strong>sistema nervoso central</strong>, ou seja, aquelas que estão, além do que a mente consciente pode alcançar, permitindo e atuando diretamente nos sistemas nervoso autônomo e límbico, isto é, aquelas  partes do cérebro responsáveis pelos batimentos cardíacos, pela respiração e sensações físicas,e também a parte responsável pelas nossas emoções.</p>
<p>A <strong>terapia Brainspotting</strong> foi descoberta pelo psicoterapeuta Dr. David Grand em 2003 e vem sendo atualizada e desenvolvida por ele. É uma terapia muito adequada para o tratamento de traumas, dores físicas e emocionais, dissociações e diversos outros sintomas de difícil abordagem.</p>
<h3>O que acontece durante a sessão</h3>
<p>Ao iniciar a terapia de Brainspotting, o terapeuta solicita ao paciente que entre em contato com temas que lhe causam incômodo e que podem ser trabalhados. Uma vez escolhido o que será focalizado naquela sessão, o paciente avalia o quanto aquela recordação perturbadora desperta nele <strong>sensações físicas e emocionais de desconforto</strong>, dando a ela uma nota.</p>
<p>Olhando para a ponta de uma antena, paciente e terapeuta pesquisarão juntos os locais no espaço onde ao dirigir o olhar, intensificam e atenuam a sua mobilização. Isto é feito através da observação de pequenos reflexos ou sentimentos e sensações que se apresentem naquele momento. Este ponto corresponde ao ponto cerebral de ativação daquele conteúdo ou também ao ponto de recurso para lidar com ele.</p>
<p>Foram desenvolvidas diversas técnicas para que os resultados da focalização destes pontos de ativação e recurso sejam os melhores possíveis para a pessoa e o seu terapeuta brainspotting estará preparado para usá-las.</p>
<p>A escolha a respeito da forma de atuar com cada paciente, se é necessário permanecer mais tempo em um ponto de recurso e quando focar o olhar em um ponto que seja mobilizador para aquela pessoa, vai depender do quanto aquela <strong>pessoa está fragilizada</strong>, qual é o seu grau de organização emocional, entre outros aspectos.</p>
<p>Normalmente, o trabalho é  iniciado através de pontos onde a pessoa possa acessar mais os seus recursos para lidar com aquele tema, dependendo da sua fragilidade se oferece mais apoio e tempo aos conteúdos que vão surgindo em sua consciência.</p>
<p>Tudo o que o paciente deve fazer é observar curiosamente o que acontece em si mesmo, quais conteúdos vão surgindo enquanto dirige o seu olhar para a antena, fixando a sua atenção neste ângulo visual. Observar suas sensações físicas, suas emoções, os pensamentos que irão surgindo.</p>
<p>Durante a sessão, de tempos em tempos, terapeuta e paciente irão juntos verificando o quanto o conteúdo está se esvaziando com a ocorrência do reprocessamento do tema inicial escolhido.</p>
<p>Leia mais sobre <a href="https://www.sandracolaiori.com.br/especialidades/brainspotting/">Brainspotting</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Texto escrito por Sandra Colaiori</span><br />
<span style="color: #808080;">Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EMDR &#8211; Eye Moviment Desensitization and Reprocessing</title>
		<link>https://www.sandracolaiori.com.br/emdr-eye-moviment-desensitization-and-reprocessing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 12:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EMDR]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Psicologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sitehousehost.com.br/Sandra/?p=347</guid>

					<description><![CDATA[O EMDR, uma terapia que atua através da estimulação bilateral no corpo, trata-se de uma forma de processar aceleradamente as experiências impactantes da vida, neutralizando os afetos. Dessensibilização e reprocessamento através dos movimentos oculares: o EMDR é uma forma de processar aceleradamente desbloqueando o sistema de processamento da informação no cérebro. Apesar de não termos  ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O EMDR, uma terapia que atua através da estimulação bilateral no corpo, trata-se de uma forma de processar aceleradamente as experiências impactantes da vida, neutralizando os afetos.</h2>
<p class="art_show_abstract">Dessensibilização e reprocessamento através dos movimentos oculares: o EMDR é uma forma de processar aceleradamente desbloqueando o sistema de processamento da informação no cérebro.</p>
<p>Apesar de não termos conhecimento exato de como o EMDR, ou mesmo qualquer outra terapia atua no cérebro, temos algumas hipóteses. Uma a respeito do EMDR é que <strong>as experiências negativas de vida e/ou os traumas alteram o equilíbrio bioquímico</strong> do sistema de processamento da informação cerebral.</p>
<p>Este desequilíbrio impede que a informação seja processada adequadamente. Assim, as percepções, emoções, crenças e significados derivados da experiência traumática ou de impacto ficam &#8220;bloqueadas&#8221; no sistema nervoso.</p>
<p>Outra hipótese é a de que <strong>o EMDR promove uma melhoria na comunicação entre os hemisférios cerebrais</strong>, permitindo que o material bloqueado no momento do trauma, seja dessensibilizado, processado e integrada de forma saudável.</p>
<p>Podemos dizer que a experiência traumática, forte ou impactante, congela a informação na sua forma original, gerando posteriormente, a mesma ansiedade, a mesma imagem, a mesma avaliação negativa de si mesmo e o mesmo afeto perturbador.</p>
<p><strong>Sem ser processada de forma adequada, a informação fica atuando de forma a gerar transtornos</strong> e até o transtorno de estresse pós traumático, gerando, entre outros sintomas, <strong>pensamentos intrusivos, &#8220;flashbacks&#8221; e pesadelos</strong>.</p>
<h2 class="art_show_title">Funcionamento</h2>
<p>O método funciona como <strong>catalizador do processamento da informação</strong>, resultando na difusão das imagens traumáticas e promovendo a reestruturação cognitiva completa, neutralizando o afeto negativo.</p>
<p>Depois que o incidente traumático original, marcante ou impactante, vivenciado pela pessoa está processado e integrado, os sintomas desaparecem e a conduta adaptada pode ser instalada</p>
<p class="art_show_title">Como</p>
<p>1 &#8211; Num primeiro passo o terapeuta <strong>foca no incidente traumático vivido pela pessoa</strong> e que estabeleceu a estrutura cognitiva afetiva indesejada.</p>
<p>2 &#8211; <strong>Depois o trabalho foca os gatilhos desencadeantes</strong> dos ambientes externos e internos que promovem as condutas mal adaptadas.</p>
<p>3 &#8211; E no próximo passo, <strong>a conduta cognitivo/afetiva desejada é instalada</strong>aumentando o sentimento de autoestima e permitindo estabelecer uma nova pauta imaginária a longo prazo.</p>
<p>4 &#8211; Feito isso, é pedido ao paciente que anote qualquer lembrança ou incidente que provoque ansiedade ou perturbe as suas atividades, pois estes são indicadores da necessidade de novas intervenções para finalizar o processo e promover novas reestruturações cognitivas.</p>
<p>Cuide de si mesmo. Faça terapia.</p>
<div class="fusion-sep-clear"></div><div class="fusion-separator fusion-full-width-sep fusion-clearfix" style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;width:100%;max-width:100%;"><div class="fusion-separator-border sep-single sep-dashed" style="--awb-height:20px;--awb-amount:20px;--awb-sep-color:rgba(174,209,117,0.6);border-color:rgba(174,209,117,0.6);border-top-width:1px;"></div></div><div class="fusion-sep-clear"></div>
<p>Texto escrito por Sandra Colaiori<br />
Psicologa Clínica e Psicoterapeuta</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
